Estive conversando com dois amigos hoje e cada um me falou uma coisa diferente, mas que me fizeram pensar...
Um deles me disse que deveria agir! Ir atrás de uma definição de uma situação que me mobiliza muito há algum tempo, mas sobre a qual não tenho poder sozinha... Quando envolve outra pessoa, as coisas não acontecem da forma que eu quero, nem quando eu quero.
O outro amigo, uma pessoa que não vejo há anos, mas por quem sempre nutri um carinho todo especial, me disse que algumas coisas, às vezes, só demoram um pouco mais para serem terminadas quando lhe disse que pode ser que permaneçam sem um término, “unfinished”, pois estávamos conversando em inglês.
Apesar de estar conversando sobre assuntos diferentes com um e outro, aproveitei essas duas opiniões na minha atual situação mais problemática! (rs...)
Concordo com o primeiro amigo no sentido de que é bom se obter uma definição logo a fim de que possa seguir em frente, mudar o foco, entretanto, pode ser que seja necessário ainda algum tempo até que a situação deixe de ser unfinished!
Pode ser, também, que eu esteja com medo do confronto e da resposta, se pedir uma definição AGORA! Mas, pode bem ser verdade que o tempo ainda tenha algum trabalho a fazer, que o momento do outro seja diferente do meu e o AGORA pra ele seja inoportuno...
Acho que vou deixar as coisas mais soltas, diminuir as expectativas e deixar nas mãos do tempo... O que podia fazer, tenho a segurança de que fiz, o que sinto, deixei claro... O que ele sente é que não está claro... Se não sente, um dia terei certeza e poderei seguir em frente, mesmo que agora seja difícil desistir e esquecer.
É como sempre me diz meu querido pai, “O que tiver que ser, vai ser, minha filha. Não sofra tanto.”





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